
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o envelhecimento ativo é o processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com a finalidade de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas vão envelhecendo (OMS, 2005:13 citado por Sousa, 2013). O envelhecimento ativo é entendido como um modelo multidimensional, uma vez que abrange questões a nível individual, social, económico e comportamental (Sousa, 2013).
O envelhecimento ativo remete para a autonomia que a pessoa tem sobre a sua própria vida, isto é, a capacidade que tem para tomar decisões, bem como, a independência que apresenta na realização das atividades da vida diária. É importante que a pessoa mantenha uma vida saudável, que integre a saúde física, o estado psicológico, o baixo nível de dependência, as relações sociais, as crenças pessoais e as características do ambiente em que a pessoa vive. Com isto, é necessário apoiar as pessoas idosas no exercício da sua vida quotidiana, sendo fundamentais três pilares básicos (saúde, segurança e participação social) para promover um envelhecimento ativo (Ribeiro & Paúl, 2011 citado por Sousa, 2013).
O isolamento social na terceira idade é um fator de risco para a saúde, pois as pessoas nesta faixa etária, não têm ninguém, normalmente, que as apoie em caso de problemas (Sousa, 2013).
